Veja os sedãs médios mais econômicos do Brasil.

Além da presença de três modelos de luxo, a lista dos sedãs médios mais econômicos do Brasil revela um dado interessante: alguns conseguem ter consumo de combustível semelhante a hatches compactos, mesmo com medidas mais avantajadas, motores maiores e mais luxo. A lista é dominada por modelos turbinados, tendo apenas Toyota Corolla e Hyundai Elantra como exceções.

A primeira colocação fica com o Honda Civic na versão Touring com motor 1.5 turbo movido apenas a gasolina. Outro turbinado que não bebe etanol é o Volkswagen Jetta 1.4 TSI, em segundo lugar. É curioso notar que a versão mais econômica do Jetta é a de entrada Trendline com câmbio manual. Entre os sedãs que não podem ser abastecidos com etanol nessa lista temos ainda Audi A4 2.0 TFSI em quarto lugar e Volvo S60 2.0 T4 em décimo.

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Chevrolet Cruze, com seu motor 1.4 turbo, é o sedã flex mais econômico da lista, mas fica apenas em terceiro no ranking geral. Entre os aspirados, o mais econômico é o Toyota Corolla com motor 1.8 e câmbio CVT, garantindo o quinto lugar. Citroën C4 Lounge e Peugeot 408, ambos equipados com motor 1.6 THP, ficam em sexto e sétimo lugar, respectivamente. A vantagem do C4 fica por conta da versão Origine com câmbio manual de seis marchas.

Na lanterna, o Hyundai Elantra, equipado com motor 2.0 flex, aparece em oitavo lugar como o segundo sedã médio não turbinado mais econômico do Brasil. O Mercedes-Benz Classe C com seu 1.6 flex aparece em nono lugar no ranking geral, mas garante a liderança entre os sedãs de luxo com motor bicombustível.

Veja a seguir os sedãs médios que bebem menos:

1. Honda Civic Touring 1.5 Turbo CVT
Consumo: 11,8 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada (gasolina)

2. Volkswagen Jetta Trendline 1.4 TSI Manual
Consumo: 11,3 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada (gasolina)

3. Chevrolet Cruze LT 1.4 Turbo Automático
Consumo: 7,6 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada (etanol) / 11,2 km/l na cidade e 14 km/l na estrada (gasolina)

4. Audi A4 Attraction 2.0 TFSI S-Tronic
Consumo: 11 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada (gasolina)

5. Toyota Corolla 1.8 GLi CVT
Consumo: 7,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada (etanol) / 11,4 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada (gasolina)

6. Citroën C4 Lounge Origine 1.6 THP Manual
Consumo: 7,3 km/l na cidade e 9 km/l na estrada (etanol) / 10,9 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada (gasolina)

7. Peugeot 408 Griffe 1.6 THP Automático
Consumo: 7,3 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada (etanol) / 10,6 km/l na cidade e 13 km/l na estrada (gasolina)

8. Hyundai Elantra 2.0 Flex Automático
Consumo: 6,7 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada (etanol) / 10,1 km/l na cidade e 14 km/l na estrada (gasolina)

9. Mercedes-Benz C180 1.6 Flex Automático
Consumo: 7 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada (etanol) / 10,2 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada (gasolina)

10. Volvo S60 2.0 T4 Inscription Automático
Consumo: 10,5 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada (gasolina)

 

 

Fonte: icarros.com.br

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Renault prepara sua melhor gama de motores já oferecida no Brasil

A Renault inaugurou nesta terça-feira (6) um reforço importante para seu Complexo Ayrton Senna, parque que reúne as operações industriais da marca no Brasil. Localizado em São José dos Pinhais (PR), o local agora também serve de base para a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA). A nova unidade, fruto de um investimento de R$ 350 milhões, permitirá que a Renault passe a produzir no Brasil o motor 1.6 SCe de forma completa, com destaque para o bloco e o cabeçote, ambos construídos com o material mais leve e que exige uma manufatura mais sofisticada. O motor 1.0 SCe, por sua vez, ainda contará com seus elementos principais (bloco e cabeçote) oriundos do exterior por uma questão estratégica, já que a motorização de maior deslocamento responde por 60% das demandas locais.

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A CIA terá capacidade para produzir até 250 mil blocos e outros 250 mil cabeçotes ao ano, sendo que a unidade ocupa uma área de 14 mil metros quadrados dentro do complexo paranaense da Renault. O local conta com tecnologia de ponta e abriga até mesmo um equipamento de tomografia computadorizada industrial, primeiro deste porte em uma montadora na América do Sul. A máquina pode ser usada tanto para análise das peças em três dimensões bem como para o controle de qualidade do que é produzido na CIA além de pesquisa e desenvolvimento.

Em paralelo, a Renault também trabalha para concluir a ampliação de sua Curitiba Motores (CMO), outra fábrica integrante do Complexo Ayrton Senna e onde são montados os propulsores usados pelos carros nacionais da Renault. A Curitiba Motores, inclusive, será abastecida pelos blocos e cabeçotes oriundos da CIA. A ampliação da fábrica responsável por dar vida aos motores, por sua vez, consumiu outros R$ 400 milhões e as obras serão finalizadas em breve.

Como é possível notar, a Renault está promovendo uma intensa atualização de seus conjuntos mecânicos aplicados em seus modelos produzidos na América do Sul e as recentes movimentações da marca nos permitem costurar algumas conclusões.

É praticamente certo que esse novo motor deverá ser uma versão nacionalizada do recém-apresentado 1.3 TCe, revelado ao mundo nesta semana durante o Salão de Genebra.

O motor, desenvolvido pela aliança Renault-Nissan em conjunto com a Daimler, brilha pelo conjunto compacto e alta eficiência. Dotado de turbo e injeção direta, a novidade poderá adotar calibrações de 116 a 162 cv para o mercado europeu, onde dentro da gama Renault vai estrear no Captur e na Scénic. O torque máximo, por sua vez, pode registrar até excelentes 27,5 kgfm também dependendo do acerto escolhido. Apenas como comparação, o 2.0 16V flex atualmente usado no Captur brasileiro entrega 148 cv e 20,9 kgfm com etanol. Portanto, o novo 1.3 TCe conseguiria substituir o 2.0 aspirado atual com imensa facilidade…

Quando questionado sobre o assunto, o presidente da Renault do Brasil, Luiz Pedrucci, é cauteloso. “Ainda não posso dizer nada sobre o motor 1.3 turbo, uma vez que dependemos das novas diretrizes do Rota 2030. Só com as regras claras poderemos tomar uma decisão e aí sim anunciarmos o caminho que vamos seguir”, explica o executivo. Independente do Rota 2030, fato é que o mercado de maneira geral já abraçou o downsizing aqui no Brasil. A Volkswagen, por exemplo, produz localmente seu 1.0 e o 1.4 TSI, enquanto a GM também deverá fabricar em Joinville um propulsor de características semelhantes.

De qualquer forma, até o momento a dupla composta pelo 1.0 e o 1.6 16V, ambos da família SCe, figuram como os melhores motores já oferecidos pela Renault para sua gama nacional. Concretrizando-se a nacionalização do 1.3 TCe, teremos então a melhor linha de propulsores já fabricada pela Renault até o momento em nosso país.

Fonte: Autoo

 

 

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