As fatias reduzidas do mercado.

 

O gráfico acima tem muitas informações relevantes.

A primeira delas, numa olhada rápida, é que, com exceção da Jeep (que tinha uma base muito fraca em 2015) todas as 10 maiores marcas do mercado venderam menos em 2016 (1º semestre) quando comparamos este período de 2015.

No topo da tabela, a briga pela liderança de participação continua acirrada entre GM e Fiat, com maior vantagem para a primeira.

Ainda no quesito volume, a Hyundai se consolida como a quarta força, com 10,09% do mercado, graças ao desempenho do HB20, segundo automóvel mais vendido do Brasil em 2016.

A tabela também traz o market share (participação de mercado). Este indicador é bem importante em momentos de queda no mercado e ele pode nos indicar os movimentos e as estratégias de cada marca.

Olhando para ele, notamos que a marcas tradicionais do mercado: fiat, volkswagen e ford perderam participação no mercado, enquanto que toyota, hyundai e jeep cresceram praticamente na mesma proporção.disputa.jpg

É aquela velha história, você convidou os amigos para jantar, pediu uma pizza família e lhe entregaram uma pizza média (nosso mercado tá mais para pizza individual atualmente).

Com o tamanho da pizza reduzido perdem todos, mas perde mais aquele que pegar a menor fatia.

 

 

 

 

 

Planejar, Desenvolver, Checar e Agir

Todo começo de mês é a mesma coisa, junta toda a equipe para o nosso ciclo de verificação do que foi feito, ações de correção necessárias, planejamento e novo fazer.

Mas isto não acaba nunca? Não, nunca…jamais. É um ciclo sem fim, num mundo em constante mudança.

O que deu certo no passado pode estar atrapalhando hoje, os indicadores anteriores podem estar desatualizados e por ai vai…então, pra não correr o risco do insucesso o jeito é focar no ciclo.

A gente faz isto sempre, a cada começo de mês

Avaliamos nosso desempenho comercial, técnico e administrativo. Testamos nossos indicadores, discutimos o que poderia ser mais eficiente e analisamos o retorno de nossos clientes

Estabelecemos ações de correção, de melhoria e planejamos como executá-las. Nada macro, super complexo…pequenas ações, operacionais e táticas, que podem impactar positivamente.

Pode ser a forma de inciar um atendimento, o fluxo de um processo técnico, uma nova abordagem interna, um ajuste de função ou posição de equipe ou algo do tipo.

Feito isto, vem a minha parte favorita: como vamos medir a eficiência destas mudanças?

Determinar os indicadores para avaliar esta ação é fundamental para o ciclo.

Como diria o estatístico americano William Edwards Deming (1900 a 1993):

“Não se gerencia o que não se mede…”

thumb-bussola-radarAqui na empresa somos obcecados por números. Nossa cultura empresarial prevê medir tudo que for possível. Desenvolvemos ferramentas digitais, aprimoramos nossos softwares e a cada mês avançamos um pouco mais neste campo. Ter a empresa na mão, ou melhor, num clique, é uma de nossas maiores motivações.

Agora sim tudo pronto.

Plano feito, indicador determinado, hora de colocar em prática!

E lá vamos nós. Mês que vem a gente vê como ficou…e se precisar, muda mais uma vez…

 

Sistema Anti-esmagamento Vidros Elétricos

Os sistemas de vidros elétricos anti-esmagamento são considerados um grande avanço na segurança, no que diz respeito a acidentes automobilísticos não relacionados ao trânsito. Historicamente, a implementação de vidros elétricos comuns representou um aumento de segurança significativo em relação aos vidros manuais.

Vidros de carro com fechamento manual eram arriscados, especialmente perto de crianças ou pessoas distraídas com o trânsito ou sons externos ao carro, e eram responsáveis diversos casos de esmagamento e sufocamento acidental.

Por outro lado, a implementação dos vidros elétricos – ao mesmo tempo em que deu mais controle ao motorista, no que diz respeito à possibilidade de evitar acidentes com crianças – gerou um sistema capaz de gerar força suficiente para machucar, quebrar e esmagar parte mais sensíveis do corpo humano, em especial os dedos.

O passo seguinte nas medidas de segurança é, portanto, a implementação de vidros elétricos anti-esmagamento. Embora já existam há algum tempo, estes sistemas não estão instalados em todos os carros. Apesar de parecer um dispositivo que ofereça poucos benefícios para quem nunca passou por um acidente do tipo, é necessário considerar que anualmente há milhares de casos de esmagamento em função dos vidros elétricos.

Saiba mais o que são os sistemas de vidros elétricos anti-esmagamento, como funcionam e qual a sua importância:

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Casos de acidentes

No Brasil, há cerca de sete mortes registradas causadas por vidros elétricos. O número parece pequeno, mas não é – por dois fatores em especial:

Em primeiro lugar, todo vidro elétrico com função de fechamento automático (sem que o usuário esteja apertando o botão constantemente para que o vidro abra ou feche) precisa – por lei – possuir o sistema anti-esmagamento. Isso quer dizer que cada uma destas mortes ocorreu por não presença ou falha no sistema de segurança exigido.

Além disso, os sete acidentes ocorreram com crianças – que é, exatamente, o público que deveria ser mais protegido pelo sistema.

Nos EUA, onde não há regulamentação a respeito do sistema de travamento, há um total de 40 milhões de registros de acidentes com o fechamento de vidros e mais de cinquenta mortes na última década.

O que diz a lei?

No Brasil, a regulamentação que trata dos sistemas de segurança para vidros elétricos é definida desde 1992 através de uma resolução da CONTRAN, de número 762. Os vidros elétricos anti-esmagamento podem ser implementados em três situações diferentes, de acordo com a tecnologia que o carro possui para eles.

No caso de carros com sistema one touch (onde um único toque no botão é capaz de baixar ou levantar todo o vidro), é necessário que a função anti-esmagamento esteja implementada. O mesmo ocorre para veículos que fecham o vidros automaticamente, de acordo com o comando das chaves do carro ou outros sistemas automatizados e remotos.

Já em carros onde não há o one touch e é necessário que o botão seja pressionado de maneira simultânea a seu movimento, a resolução 762 não exige que haja sistema anti-esmagamento.

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Manutenção de sistemas de vidros elétricos

Em geral, os vidros elétricos são construídos com a garantia de funcionamento apropriados por trinta mil ciclos de abertura e fechamento. Em uma utilização regular, isso é mais do que o suficiente para que o motorista não se preocupe com a questão até levar o veículo para a próxima revisão.

Se você não costuma cumprir a recomendação de revisões, no entanto, é essencial que leve o carro a um mecânico para conferir, ao menos, se o sistema de fechamento não apresenta nenhum risco para você e sua família.

 

Fonte: http://qcveiculos.com.br/vidros-eletricos-anti-esmagamento/

Com qual câmbio você vai?

Se você esta afim de embarcar na onda dos automáticos é bom ficar ligado em todos as opções que o mercado oferece. É comum concessionárias e revendas colocarem todos os modelos de câmbio num mesmo grupo, grupo dos automáticos, mas a verdade é que existem diversos tipos de transmissão com características bem distintas e para perfis de consumidor específicos.

Separamos algumas delas para você escolher aquela que melhor lhe atende:

1) Automatizado

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Automatizado Fiat

É a opção mais simples e barata. O funcionamento é semelhante ao da caixa manual (o automatizado possui embreagem), porém com substituição do pedal de embreagem por um sistema robotizado que realiza o trabalho de engrenar/desengrenar as marchas. Há problemas como solavancos e atrasos na hora das trocas, algo que também compromete o consumo.

Indicado para aqueles que buscam uma opção de menor preço.

Exemplos:

Volkswagen i-Motion: Up!, Gol e Fox
Fiat Dualogic: Uno e Strada
Renault Easy’R: Sandero e Logan

2) Automatizado de dupla embreagem

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Dupla Embreagem Ford Focus 

A transmissão DCT (acrônimo para a expressão, em inglês, Dual Clutch Transmission), de dupla embreagem, é outra caixa automatizada. Baseada em uma caixa manual, porém com duas embreagens que se intercalam nas engrenagens de marchas, o que deixa as trocas rápidas e eficientes”.

É recomendada a quem deseja um automóvel voltado ao desempenho, sem comprometer o consumo.

Exemplos:
Volkswagen DSG:
Golf, Fusca e Jetta
Ford Powershift: Fiesta e Focus

3) Automático

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Honda Civic Automatico

O câmbio genuinamente “automático” é aquele em que um sistema epicíclico de discos para conversão de torque substitui a embreagem. Com a evolução tecnológica, tornou-se uma alternativa versátil, que orna com modelos de motorização média ou grande. As trocas suaves e quase imperceptíveis fazem dela ideal para o conforto, mas será preciso pagar um pouco mais para encontrar, em caixas acima de seis marchas, uma boa aliada em relação ao consumo.

Exemplos:
Quatro marchas: Hyundai HB20; Renault Duster; Citroën C3; Peugeot 208 e 2008
Cinco marchas: Honda Civic
Seis marchas: Chevrolet Cobalt, Spin e Cruze; Jeep Renegade 1.8 Flex, Citroën C4 Lounge, Peugeot 308 e 408
Nove marchas: Jeep Renegade 2.0 diesel, Range Rover Evoque

4) CVT (continuamente variável)

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CVT Honda City

Comumente chamada de “automática”, na verdade é um sistema peculiar de transmissão que substitui engrenagens e escalada de marchas por polias, capazes de criar múltiplas relações de giro entre motor e rodas.

Esse tipo de transmissão não pode ser usado em propulsores que geram muito torque e seu sistema normalmente reduz a esportividade e emoção ao dirigir.

Exemplos:
Honda:
HR-V, Fit e City
Toyota MultiDrive: Corolla
Nissan: Sentra

O mito dos 100 mil km rodados!

Nota-se no Brasil que a maioria dos consumidores possui sérias restrições para aquisição de veículos com quilometragem próxima ou acima dos 100 mil km.Ainda que as razões que explicam tal fenômeno sejam de difícil compreensão a percepção do cliente é de que ao chegar nesta km o veículo sofre um desmanche ou apresenta um risco de manutenção muito elevada, como se houvesse acumulo de toda a km rodada.

O fato é que a km indica o QUANTO o veículo foi usado porém, não informa COMO ele foi usado. 3.pngEm nosso dia-a-dia de avaliações é comum nos depararmos com veículos de baixa km e sem histórico de manutenção preventiva. Processos simples de troca de óleo, filtro, rodízio de pneus que deixam de ser feitos e prejudicam o estado do veículo.

O contrário também ocorre. Seguidamente avaliamos automóveis com mais de 100 mil km que parecem saídos de uma concessionária. Revisões realizadas em dia, manutenção ok e sem necessidade de qualquer reparo.

Então fica combinado, na hora de escolher seu carro, considere a km um item a ser somado numa série de itens fundamentais para escolha: procedência, revisões, histórico de uso, aparência estética entre outros.

Se quiser saber mais sobre o assunto e conferir os cuidados com a manutenção do seu veículo confere nossos post anterior:

Cuidar de seu carro é um ótimo investimento

Carros de Cinema

Não existe um Oscar para o “Melhor Carro” que “atua” nos filmes, mas, se houvesse, certamente muitos dos veículos que colocamos aqui poderiam concorrer ao tão cobiçado prêmio. Para melhorar a sua cultura automotiva – e cinematográfica – resolvemos escolher alguns dos mais famosos carros que já pintaram nas telonas.

Veja as cenas com os top 10 carros de cinema!

 

Abaixo temos os 72 carros mais importantes na historia do cinema, você lembra destes clássicos?

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Entenda a diferença entre motores 8v e 16v

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Nos dias atuais temos uma variedade de carros e motores diferentes que em sua maioria variam entre 8 e 24v, mas, quais são as diferenças entre os motores e quais benefícios tenho em cada tipo de motor? ou a famosa pergunta “qual é o melhor 8 ou 16v?” hoje vamos falar um pouco sobre o assunto, pois mesmo o primeiro carro 16v ter sido lançado no Brasil em 1993 (Fiat Tempra) ainda há muitas dúvidas a respeito desse motor quando comparado ao tradicional motor 8v.

Motor 8 válvulas

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Cabeçote 8v

O motor 8 válvulas, mais conhecido como 8v, são os motores que tem um cabeçote com apenas um eixo de comando de válvulas, tendo nele o comando de abertura das válvulas de admissão e escape, sendo duas válvulas por cilindro (uma para admissão e uma para escape), como  a maioria dos motores no Brasil tem quatro cilindros somasse o valor de 8 válvulas (2 válvulas por cilindro x 4 cilindros =8 válvulas).
As características do motor 8v são:

Manutenção
– Menor custo de mão de obra, pois o motor 8v tem mais espaço para o mecânico trabalhar e o acesso a maioria das peças é mais fácil (quando comparado com o motor 16v)
– Custo de peças de reposição menor, o motor 8v é um motor de engenharia simples e não necessita de muita eletrônica embarcada para funcionar corretamente, isto é, um sistema de injeção eletrônica simples é o suficiente.
Desempenho
– O motor 8v quando comparado com o mesmo motor 16v tem maior arrancara, isto por que o motor entrega sua torque máxima em rotações mais baixas.
– O motor 8v sempre tem toque e potência inferior ao motor de 16v (comparado motores iguais, Ex: VW Gol 1.0 8 e 16v)

Motor 16 válvulas

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Cabeçote 16v
O motor 16 válvulas, também conhecido como 16v, são os motores que possuem em seu cabeçote dois eixos de comandos de válvulas(duplo comando de válvulas), sendo um eixo para admissão e outro eixo para o escape, sendo 4 válvulas por cilindro (2 para admissão e 2 para escape)  e como a maioria dos carros no Brasil possuem 4 cilindros somasse o valor de 16 válvulas (4 válvulas por cilindro x 4 cilindros = 16 válvulas)
As características do motor 16v são:Manutenção
– Maior custo de mão de obra, pois o espaço para trabalhar no motor é pouco e o acesso as peças são mais difíceis (comparado ao tradicional motor 8v)
– Peças de reposição com custo maior, o motor 16v é um motor com a mecânica mais robusta e necessita de alguns sensores a mais que o 8v para manter um bom funcionamento

– Como possui duplo comando de válvulas geralmente se tem duas polias para acionar os eixos, sendo necessário uma correia dentada maior e automaticamente com custo mais elevado, geralmente o kit de troca de correia é composta de um tensionador, uma correia e uma polia auxiliar e essa mesma polia auxiliar não existe no 8v, e quando se torna necessário o motor passar por uma retífica o custo também é maior pois no cabeçote existe o dobro de válvulas que no 8v, por isso e outros detalhes como sensores e mão de obra que o custo de manutenção do 16v é maior.

Desempenho
– 
O motor 16v possui, em grande parte dos motores independente da marca, mais potência e torque que os 8v, porém demora um pouco para aparecer, pois o toque máximo geralmente aparece em altas rotações.

Mitos e verdades sobre o 16v

Agora vamos esclarecer algumas frases que escutamos por ai:

“O 16v é ruim, tudo é mais caro, prefiro 8v!”
R: gosto não se discute, mas a pessoa gostar é uma coisa e ser ruim é outra, o motor 16v não é ruim, o que difere é a pessoa ter $$ para manter um motor tecnologicamente mais robusto, visto que ninguém fala mal dos motores Honda e Toyota, mas pouca pessoas percebem que TODOS os carros das marcas citadas são 16 ou 24v (no caso da Honda somente o Fit possui cabeçote 8v)

“O motor 16v consome mais que o 8v”
R: Mito, o que diferencia o consumo é o modo que o carro é conduzido e não a quantidade de válvula, carros 8 e 16v não se conduz da mesma forma.

“Os motores 16v não presta!”
R: Mito, o que não presta é uma opinião como essa, os motores 16v tem a mesma qualidade dos motores 8v, porém com uma engenharia mais robusta

“Carro 16v dá muito problema”
R: um carro 16v tem mais sensores e realmente tem uma chance maior de dar mais problemas.

“um mecânico diz -não mexo ou não gosto de mexer com esse tipo de carro(16v), dá muito trabalho e etc”
R: Foge desse mecânico, ele não é capacitado, não possui conhecimento ou é preguiçoso e vai acabar te dando mais problemas do que você já tem.

Fonte: http://reparandoseucarro.blogspot.com.br/2015/05/entenda-diferenca-entre-motores-8v-e-16v.html

Como é feito um carro alegórico?

O primeiro ingrediente é um chassi de caminhão ou de ônibus. Aí, um batalhão de membros da escola de samba trabalha pelo menos dois meses para transformar essas carcaças em carros alegóricos que chegam a custar perto de 100 mil reais. Para ter uma idéia de como isso acontece, veja como é o esquema da Portela, umas das mais tradicionais escolas do Rio de Janeiro. O trabalho começa com mecânicos, que adaptam a suspensão do chassi para receber todo o peso das alegorias que enfeitarão o carro. Ferreiros, então, alargam a estrutura em 50% para deixá-lo mais espaçoso. Depois, carpinteiros moldam o acabamento de madeira que dá forma ao carro. Aí vem a parte mais artística da coisa: os profissionais que esculpem as alegorias em peças de isopor. Outros laminam fibra de vidro que vai em construções mais complexas, como as loucas edificações que cobrem os carros mais luxuosos.carnaval2010-porto-pedra-13g.jpg1811931-1664-in.jpg

Há ainda os que se encarregam da pintura e da confecção de tecidos, lantejoulas, plumas e paetês que deixam o velho chassi de caminhão com cara de palácio de Versalhes. Só depois que o quesito “luxo” está pronto é que entra a tecnologia. “Uma equipe de 12 pessoas cuida dos efeitos especiais. Eles instalam as luzes e a pirotecnia e programam o acionamento disso tudo no computador de cada carro”, diz o carnavalesco Jorge Freitas, da Portela. Esses efeitos são basicamente combinações entre lâmpadas coloridas, alegorias articuladas e pirotecnia. Nada de mais, não fosse a nota 10 no quesito criatividade desse pessoal: “Um dos nossos carros deste ano simula braços mecânicos que soldam peças em uma linha de montagem. Sincronizamos o movimento desses braços com um jorro de fogos de artifício que sai das peças. Cada vez que um braço toca uma delas, dá a impressão de que a peça está recebendo uma soldagem”, afirma Delmo de Moraes, coordenador de alegoria da escola Gaviões da Fiel, de São Paulo.

Fonte: Mundo Estranho

 

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Top 5 Veículos Vendidos 2015

Entramos em 2016 de olho nos veículos mais vendidos ao longo de 2015. Além de atualizar o perfil de compra do consumidor, vale sempre conferir qual modelo caiu nas graças do brasileiro, uma vez que carros com desempenho de vendas acima da média normalmente são veículos com boa aceitação na revenda e com baixa desvalorização (fica a dica).

O ranking de 2015 ficou assim (em unidades):

1º Gm/Onix: 125.931

2º Fiat/Palio: 122.364

3º Hyundai/HB20: 110.396

4º Ford/Ka: 90.187

5º Vw/Gol: 82.746

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O ranking de marcas também apresentou a GM no top da lista:

1º GM: 15,59%

2º FIAT: 14,90%

3º VW: 13,68%

4º FORD: 11,15%

5º HYUNDAI: 9,35%

Quando o assunto é seminovos o ranking sofre mudanças. A marca líder de 2015 na comercialização de seminovos foi a VW, com 23,89% do mercado, seguida de perto pela Fiat (21,61%), GM (20,87%) e Ford (10,11%).

E em 2016, qual a sua aposta para a liderança do ranking?

Alguma marca com chance de ameaçar GM e destronar o Onix?

É hora de definir rumos!

Então é Natal…

Chegamos ao final de mais um ciclo. 2015 vai se despedindo.

Vem ai a retrospectiva na TV brasileira.

Um olhar sobre o Brasil e o Mundo em diversos setores: economia, política, sociedade, esporte e acontecimentos que marcaram o ano.

E você, já fez a sua retrospectiva?

Hora de consultar nosso GPS e verificar todos os caminhos trilhados ao longo do ano. Na sua economia familiar, 2015 foi um ano de conquistas e de investimentos ou foi um tempo para acertar as contas, quitar dívidas e colocar a casa em ordem? Quais os planos para 2016 a partir das lições
aprendidas ao longo do ano?

E no social, como foi? Fez novos amigos e manteve boas relações, foi atuante nos grupos que convive? E na família, soube se fazer ouvir e teve respeito e atenção ao outro?

No esporte e saúde, aquele projeto de peso ideal, exercícios semanais e alimentação saudável virou hábito neste ano que se finda?

É tempo de olhar para o que realizamos ao longo de 2015, listar aquilo que nos orgulha e nos motiva, identificar pontos de melhoria, de crescimento e deixar de lado aqueles outros tantos que sentimos nos deixar para trás, com o freio-de-mão puxado.

É hora de rever no GPS e configurar novos destinos para o ano que se aproxima.© Copyright 2015 Corbis Corporation