Realidade Virtual – revolução no seu jeito de fazer compras

E aquela cena de filme de ficção científica, que parecia tão distante, vai tomando forma a partir da Realidade Virtual (VR – Virtual Reality).

Imagine vestir óculos especiais e poder desfilar por uma loja, em 3d, com itens dispostos em tamanho real em prateleiras virtuais, com informações de preço, especificações técnicas flutuando ao lado e a possibilidade de vivenciar uma experiência de compra próxima da realidade.

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Óculos VR

Até mesmo no setor automotivo, ainda dependente dos pontos físicos de venda, algumas marcas já tem optado por expor seus veículos a partir de Realidade Virtual, ampliando o engajamento do cliente e reduzindo custos com estoque de veículos para exposição.

Audi, GM entre outras, já tem incentivado suas concessionárias à ofertar tour virtuais para divulgação de lançamentos do setor.

Ao que tudo indica, em pouco tempo, será possível comprar on line com experiência superior ao modelo tradicional, do sofá da sua casa para o mundo.

Você está preparado para esta revolução?

Faça um tour virtual, por uma de nossas revendas.

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Peugeot 2008 – avaliação dos usuários surpreende

Basta um pesquisa rápida sobre o Peugeot 2008 automático, nos sites de avaliação, para você se surpreender.

Para os usuários do modelo os destaques ficam por conta do ótimo custo/benefício, do pacote de tecnologia que inclui (multimídia, piloto automático, controlador de velocidade, acendimento automático dos faróis, limpador automático do para-brisa e troca de marchas no volante) e do consumo rodoviário/urbano.

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Equipado com motor 1.6 (122 cv de potência) e câmbio automático de 4 velocidades, o conjunto permite médias de consumo (cidade/estrada) na faixa de 11 km/l.

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Se você procura um crossover automático, com preço competitivo, dá uma conferida nestes dois modelos do nosso estoque:

http://www.netcarmultimarcas.com.br/carro.php?idbymodelo=+2008+ALLURE+2017

http://www.netcarmultimarcas.com.br/carro.php?idbymodelo=+2008+GRIFFE+2017

 

 

Renegade não nega DNA aventureiro da Jeep

Dono de um design inovador, o Jeep Renegade combina espaço interno, refinamento e alta tecnologia.

Visualmente, destaque para a grade frontal que localizada entre os faróis arredondados, dividida em sete barras verticais que, olhadas em conjunto, criam uma imagem retangular. Para-lamas e capô seguem formas quadradas e ângulos bem marcados. O padrão é mantido na traseira, nas lanternas e tampa do porta-malas com traços mais retos. Dentro das lanternas pode-se ver um X.

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Por dentro, o desenho do habitáculo reforça a aposta nas formas retas do exterior em elementos como as molduras de caixas de som, das saídas laterais do ar-condicionado e da tela do sistema de entretenimento inserido no modelo. O X volta a aparecer no interior do carro, nos porta-copos do console central.

Mesmo a versão de entrada, sport (câmbio manual ou automático de 6 velocidade), o Jeep Renegade apresenta acabamento interno diferenciado e itens não encontrados em concorrentes, tais como, freio de estacionamento elétrico, piloto automático e tela multifunção no painel de instrumentos.

Quer saber mais do modelo e conferir um seminovo que acabou de chegar em nosso estoque?

http://www.netcarmultimarcas.com.br/carro.php?idbymodelo=+RENEGADE+2016

 

SUV familiar ou esportivo?

Imagine um SUV com linhas retas e discreto, equipado com um ótimo pacote de opcionais que vai do teto solar panorâmico ao park assist.

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Agora acrescente um motor 2.0 turbo de 200 cv, uma pitada do câmbio de dupla embreagem de 6 velocidades e pronto: você acaba de chegar na receita da VW/Tiguan.

13762.jpgO modelo é vendido desde 2011 no Brasil e desperta interesse daquele consumidor que busca uma alternativa mais “apimentada” na escolha de um SUV, sem a disposição/bolso de investir em modelosde marcas como AUDI e Mercedes-Benz.

Veja o video, da Tiguan estacionando sozinho

 

A Netcar|RC tem disponível em seu estoque este modelo em sua versão Top de linha. Confira

 

http://www.netcarmultimarcas.com.br/carro.php?idbymodelo=+TIGUAN+TSI+2011

 

 

 

Bairros planejados, uma alternativa inteligente para mobilidade urbana

Você deve estar se perguntando qual a relação entre bairros planejados e mobilidade urbana.

A verdade é que os veículos automotores são uma benção de deslocamento sempre que nossa rede urbana permite. Do contrário, o prazer de tirar o carro da garagem transforma-se numa dor de cabeça.

Pensando nisto, surgem inúmeras alternativas para melhorar a mobilidade urbana. Transportes coletivos, rodízio de placas, ajuste nas velocidades, restrição de trânsito nas zonas centrais entre tantas outras possibilidades.

Dias atrás li um artigo com relação aos projetos de bairros planejados. Achei a ideia genial. O conceito nasceu em 1990, num movimento chamado novo urbanismo, nos EUA.

Basicamente o objetivo é criar leis e projetos que permitam criar bairros auto-suficientes. Deixando de lado os conceitos técnicos e a legislação, a ideia central é que o bairro oferece a sua população todos os serviços necessários, sem necessidade de deslocamento através de transporte público ou veículos.

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Diversidade de uso, democratização dos espaços públicos, ordenamento da construção permitindo a sua integração com a escala do pedestre, incentivo ao uso de bicicletas e privilégio ao pedestre no desenho urbano que inclui a locação dos equipamentos comunitários como escolas, parques, postos de saúde e de segurança de forma a integrar a comunidade, são alguns aspectos do novo urbanismo que visa, em resumo, oferecer mais qualidade de vida para a população definitiva e circulante dos bairros planejados.

Que seja exemplo para todas as cidades do Brasil.

 

As fatias reduzidas do mercado.

 

O gráfico acima tem muitas informações relevantes.

A primeira delas, numa olhada rápida, é que, com exceção da Jeep (que tinha uma base muito fraca em 2015) todas as 10 maiores marcas do mercado venderam menos em 2016 (1º semestre) quando comparamos este período de 2015.

No topo da tabela, a briga pela liderança de participação continua acirrada entre GM e Fiat, com maior vantagem para a primeira.

Ainda no quesito volume, a Hyundai se consolida como a quarta força, com 10,09% do mercado, graças ao desempenho do HB20, segundo automóvel mais vendido do Brasil em 2016.

A tabela também traz o market share (participação de mercado). Este indicador é bem importante em momentos de queda no mercado e ele pode nos indicar os movimentos e as estratégias de cada marca.

Olhando para ele, notamos que a marcas tradicionais do mercado: fiat, volkswagen e ford perderam participação no mercado, enquanto que toyota, hyundai e jeep cresceram praticamente na mesma proporção.disputa.jpg

É aquela velha história, você convidou os amigos para jantar, pediu uma pizza família e lhe entregaram uma pizza média (nosso mercado tá mais para pizza individual atualmente).

Com o tamanho da pizza reduzido perdem todos, mas perde mais aquele que pegar a menor fatia.

 

 

 

 

 

Planejar, Desenvolver, Checar e Agir

Todo começo de mês é a mesma coisa, junta toda a equipe para o nosso ciclo de verificação do que foi feito, ações de correção necessárias, planejamento e novo fazer.

Mas isto não acaba nunca? Não, nunca…jamais. É um ciclo sem fim, num mundo em constante mudança.

O que deu certo no passado pode estar atrapalhando hoje, os indicadores anteriores podem estar desatualizados e por ai vai…então, pra não correr o risco do insucesso o jeito é focar no ciclo.

A gente faz isto sempre, a cada começo de mês

Avaliamos nosso desempenho comercial, técnico e administrativo. Testamos nossos indicadores, discutimos o que poderia ser mais eficiente e analisamos o retorno de nossos clientes

Estabelecemos ações de correção, de melhoria e planejamos como executá-las. Nada macro, super complexo…pequenas ações, operacionais e táticas, que podem impactar positivamente.

Pode ser a forma de inciar um atendimento, o fluxo de um processo técnico, uma nova abordagem interna, um ajuste de função ou posição de equipe ou algo do tipo.

Feito isto, vem a minha parte favorita: como vamos medir a eficiência destas mudanças?

Determinar os indicadores para avaliar esta ação é fundamental para o ciclo.

Como diria o estatístico americano William Edwards Deming (1900 a 1993):

“Não se gerencia o que não se mede…”

thumb-bussola-radarAqui na empresa somos obcecados por números. Nossa cultura empresarial prevê medir tudo que for possível. Desenvolvemos ferramentas digitais, aprimoramos nossos softwares e a cada mês avançamos um pouco mais neste campo. Ter a empresa na mão, ou melhor, num clique, é uma de nossas maiores motivações.

Agora sim tudo pronto.

Plano feito, indicador determinado, hora de colocar em prática!

E lá vamos nós. Mês que vem a gente vê como ficou…e se precisar, muda mais uma vez…

 

Sistema Anti-esmagamento Vidros Elétricos

Os sistemas de vidros elétricos anti-esmagamento são considerados um grande avanço na segurança, no que diz respeito a acidentes automobilísticos não relacionados ao trânsito. Historicamente, a implementação de vidros elétricos comuns representou um aumento de segurança significativo em relação aos vidros manuais.

Vidros de carro com fechamento manual eram arriscados, especialmente perto de crianças ou pessoas distraídas com o trânsito ou sons externos ao carro, e eram responsáveis diversos casos de esmagamento e sufocamento acidental.

Por outro lado, a implementação dos vidros elétricos – ao mesmo tempo em que deu mais controle ao motorista, no que diz respeito à possibilidade de evitar acidentes com crianças – gerou um sistema capaz de gerar força suficiente para machucar, quebrar e esmagar parte mais sensíveis do corpo humano, em especial os dedos.

O passo seguinte nas medidas de segurança é, portanto, a implementação de vidros elétricos anti-esmagamento. Embora já existam há algum tempo, estes sistemas não estão instalados em todos os carros. Apesar de parecer um dispositivo que ofereça poucos benefícios para quem nunca passou por um acidente do tipo, é necessário considerar que anualmente há milhares de casos de esmagamento em função dos vidros elétricos.

Saiba mais o que são os sistemas de vidros elétricos anti-esmagamento, como funcionam e qual a sua importância:

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Casos de acidentes

No Brasil, há cerca de sete mortes registradas causadas por vidros elétricos. O número parece pequeno, mas não é – por dois fatores em especial:

Em primeiro lugar, todo vidro elétrico com função de fechamento automático (sem que o usuário esteja apertando o botão constantemente para que o vidro abra ou feche) precisa – por lei – possuir o sistema anti-esmagamento. Isso quer dizer que cada uma destas mortes ocorreu por não presença ou falha no sistema de segurança exigido.

Além disso, os sete acidentes ocorreram com crianças – que é, exatamente, o público que deveria ser mais protegido pelo sistema.

Nos EUA, onde não há regulamentação a respeito do sistema de travamento, há um total de 40 milhões de registros de acidentes com o fechamento de vidros e mais de cinquenta mortes na última década.

O que diz a lei?

No Brasil, a regulamentação que trata dos sistemas de segurança para vidros elétricos é definida desde 1992 através de uma resolução da CONTRAN, de número 762. Os vidros elétricos anti-esmagamento podem ser implementados em três situações diferentes, de acordo com a tecnologia que o carro possui para eles.

No caso de carros com sistema one touch (onde um único toque no botão é capaz de baixar ou levantar todo o vidro), é necessário que a função anti-esmagamento esteja implementada. O mesmo ocorre para veículos que fecham o vidros automaticamente, de acordo com o comando das chaves do carro ou outros sistemas automatizados e remotos.

Já em carros onde não há o one touch e é necessário que o botão seja pressionado de maneira simultânea a seu movimento, a resolução 762 não exige que haja sistema anti-esmagamento.

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Manutenção de sistemas de vidros elétricos

Em geral, os vidros elétricos são construídos com a garantia de funcionamento apropriados por trinta mil ciclos de abertura e fechamento. Em uma utilização regular, isso é mais do que o suficiente para que o motorista não se preocupe com a questão até levar o veículo para a próxima revisão.

Se você não costuma cumprir a recomendação de revisões, no entanto, é essencial que leve o carro a um mecânico para conferir, ao menos, se o sistema de fechamento não apresenta nenhum risco para você e sua família.

 

Fonte: http://qcveiculos.com.br/vidros-eletricos-anti-esmagamento/

Com qual câmbio você vai?

Se você esta afim de embarcar na onda dos automáticos é bom ficar ligado em todos as opções que o mercado oferece. É comum concessionárias e revendas colocarem todos os modelos de câmbio num mesmo grupo, grupo dos automáticos, mas a verdade é que existem diversos tipos de transmissão com características bem distintas e para perfis de consumidor específicos.

Separamos algumas delas para você escolher aquela que melhor lhe atende:

1) Automatizado

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Automatizado Fiat

É a opção mais simples e barata. O funcionamento é semelhante ao da caixa manual (o automatizado possui embreagem), porém com substituição do pedal de embreagem por um sistema robotizado que realiza o trabalho de engrenar/desengrenar as marchas. Há problemas como solavancos e atrasos na hora das trocas, algo que também compromete o consumo.

Indicado para aqueles que buscam uma opção de menor preço.

Exemplos:

Volkswagen i-Motion: Up!, Gol e Fox
Fiat Dualogic: Uno e Strada
Renault Easy’R: Sandero e Logan

2) Automatizado de dupla embreagem

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Dupla Embreagem Ford Focus 

A transmissão DCT (acrônimo para a expressão, em inglês, Dual Clutch Transmission), de dupla embreagem, é outra caixa automatizada. Baseada em uma caixa manual, porém com duas embreagens que se intercalam nas engrenagens de marchas, o que deixa as trocas rápidas e eficientes”.

É recomendada a quem deseja um automóvel voltado ao desempenho, sem comprometer o consumo.

Exemplos:
Volkswagen DSG:
Golf, Fusca e Jetta
Ford Powershift: Fiesta e Focus

3) Automático

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Honda Civic Automatico

O câmbio genuinamente “automático” é aquele em que um sistema epicíclico de discos para conversão de torque substitui a embreagem. Com a evolução tecnológica, tornou-se uma alternativa versátil, que orna com modelos de motorização média ou grande. As trocas suaves e quase imperceptíveis fazem dela ideal para o conforto, mas será preciso pagar um pouco mais para encontrar, em caixas acima de seis marchas, uma boa aliada em relação ao consumo.

Exemplos:
Quatro marchas: Hyundai HB20; Renault Duster; Citroën C3; Peugeot 208 e 2008
Cinco marchas: Honda Civic
Seis marchas: Chevrolet Cobalt, Spin e Cruze; Jeep Renegade 1.8 Flex, Citroën C4 Lounge, Peugeot 308 e 408
Nove marchas: Jeep Renegade 2.0 diesel, Range Rover Evoque

4) CVT (continuamente variável)

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CVT Honda City

Comumente chamada de “automática”, na verdade é um sistema peculiar de transmissão que substitui engrenagens e escalada de marchas por polias, capazes de criar múltiplas relações de giro entre motor e rodas.

Esse tipo de transmissão não pode ser usado em propulsores que geram muito torque e seu sistema normalmente reduz a esportividade e emoção ao dirigir.

Exemplos:
Honda:
HR-V, Fit e City
Toyota MultiDrive: Corolla
Nissan: Sentra

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