Mudar o tamanho das rodas altera o desempenho do veículo?

Uma coisa é certa, colocar uma roda maior no carro o deixa muito mais bonito! Porém, muitos dizem que tal mudança melhora a performance. Será que essa alteração pode trazer algum ganho de estabilidade para o carro?

Na prática e em dias secos, a direção do carro se torna mais esportiva (arisca), pois devido ao aumento da roda há mais borracha em contato com o asfalto gerando mais aderência. Mas nem tudo é uma maravilha, quando o veículo chega ao seu limite de aderência em uma curva ou manobra de emergência a perda de contato ocorre de forma mais rápida

Mas isso acontece não por que as rodas de aro maior geram menor estabilidade e sim por que quando você utiliza rodas de aro menor elas costumas “avisar” que o carro está saindo da trajetória ideal “gritando” para você. Já o aro maior permanece mais tempo grudado no chão, porém é muito menos previsível, desgarrando em curvas fechadas sem aviso, e ai que mora o perigo.

Uma roda maior realmente proporciona uma direção mais esportiva, mas para isso é necessário que o motorista também seja um condutor mais capacitado, pois em uma condição de risco o carro pode sair do seu controle mais facilmente.

Logicamente por gerar mais aderência, as rodas de aro maior conseguem proporcionar ao motorista que as curvas sejam feitas em velocidades mais elevadas do que com as rodas originais e isso é um dos melhores benefícios de se trocar uma roda aro 15″ por uma aro 17″ por exemplo.

Mas nem tudo são flores com rodas de aro maior! O bicho pega quando chove e ai que mora o perigo, pois a probabilidade de seu carro aquaplanar é muito maior do que carros com rodas de menor diâmetro. A banda de rodagem perde contato com o asfalto em velocidade mais baixas o que exige muito mais atenção e habilidade dos motoristas para não perder o controle do carro!

Você deve estar se perguntado por que isso acontece. E a resposta é relativamente simples, a maior área de contato do pneu faz com que a pressão de contato da borracha com o piso seja menor.

E aqui fica uma dica, não é por que seu carro está com rodas maiores que você vai poder andar mais forte na chuva, muito pelo contrário, em um teste realizado pela quatro rodas, um carro com rodas aro 17″ perde aderência em uma lâmina de água aos 78,6 km/h enquanto o mesmo carro com rodas aro 15″ perde aderência aos 87,5 km/h.

Também é importante lembrar que a banda de rodagem do pneu pode diminuir ou aumentar a velocidade da perda de aderência antes de aquaplanar. Mas sempre um carro com rodas de diâmetro menor vão poder passar por poças de água com velocidades mais elevadas do que carros com rodas maiores.

Agora se você desistiu de colocar rodas maiores no seu carro por que existe a lenda de que o carro com pneus de perfil menor são menos confortáveis, fique tranquilo, pois isso não passa de uma lenda. Em diversos testes realizados pelas maiores fabricantes de pneus no mundo mostram que a diferença de conforto entre uma roda aro 15″ para uma 17″ é mínima, quase imperceptível.

Resumindo, para quem procura uma condução mais agressiva e que gosta de ter mais controle do carro em pistas sinuosas as rodas maiores são uma boa pedida. Lógico que para andar mais forte com o seu carro é necessário ter um pouco de habilidade, pois as rodas não fazem milagres.

Fonte: GTZERO

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Os melhores canais no Youtube para apaixonados por carros

Às vezes, é difícil achar conteúdo na internet para nós, apaixonados por carros. Não importa se você gosta de carros modernos ou dos clássicos, muitas mídias não transmitem o que você está procurando.

Acelerados

Além de ser atual, esse canal tem muita coisa pra você aproveitar. As últimas notícias do mundo automotivo, test-drives, histórias dos clássicos, bons convidados e ótimas matérias.

High Torque

Mecânico profissional, que transmite o dia a dia da rede de franquias High Torque, mostrando desde manutenções simples a casos mais complexos dos mais diversos carros.

Top Speed

Canal de avaliação de veículos, com conteúdo bastante descontraído e com informações minuciosas, acabamento, tecnologia, motorização, conforme  sobre lançamentos no setor automotivo.

Garagem do Bellote

Nesse canal, Renato Bellote vai te levar para dar uma volta com vários carros diferentes. Ele fala sobre curiosidades, histórias das marcas, especificações dos veículos, e muitas outras coisas. Como muitos carros já passaram pela mão do Bellote (que até tem seus favoritos), ele tem uma vasta experiência com vários tipos de automóveis, o que torna esse canal muito atrativo.

Fullpower TV

Caso você não tenha tanto tempo assim pra assistir um vídeo de mais de 20 minutos, esse é o canal pra você. Eles são especializados em carros modificados de todos os tipos: antigos e modernos, populares e luxuosos. Nesse canal, os apresentadores dão dicas, testam novos carros, contam a histórias de alguns clássicos, entre tantas outras coisas.

Veja os sedãs médios mais econômicos do Brasil.

Além da presença de três modelos de luxo, a lista dos sedãs médios mais econômicos do Brasil revela um dado interessante: alguns conseguem ter consumo de combustível semelhante a hatches compactos, mesmo com medidas mais avantajadas, motores maiores e mais luxo. A lista é dominada por modelos turbinados, tendo apenas Toyota Corolla e Hyundai Elantra como exceções.

A primeira colocação fica com o Honda Civic na versão Touring com motor 1.5 turbo movido apenas a gasolina. Outro turbinado que não bebe etanol é o Volkswagen Jetta 1.4 TSI, em segundo lugar. É curioso notar que a versão mais econômica do Jetta é a de entrada Trendline com câmbio manual. Entre os sedãs que não podem ser abastecidos com etanol nessa lista temos ainda Audi A4 2.0 TFSI em quarto lugar e Volvo S60 2.0 T4 em décimo.

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Chevrolet Cruze, com seu motor 1.4 turbo, é o sedã flex mais econômico da lista, mas fica apenas em terceiro no ranking geral. Entre os aspirados, o mais econômico é o Toyota Corolla com motor 1.8 e câmbio CVT, garantindo o quinto lugar. Citroën C4 Lounge e Peugeot 408, ambos equipados com motor 1.6 THP, ficam em sexto e sétimo lugar, respectivamente. A vantagem do C4 fica por conta da versão Origine com câmbio manual de seis marchas.

Na lanterna, o Hyundai Elantra, equipado com motor 2.0 flex, aparece em oitavo lugar como o segundo sedã médio não turbinado mais econômico do Brasil. O Mercedes-Benz Classe C com seu 1.6 flex aparece em nono lugar no ranking geral, mas garante a liderança entre os sedãs de luxo com motor bicombustível.

Veja a seguir os sedãs médios que bebem menos:

1. Honda Civic Touring 1.5 Turbo CVT
Consumo: 11,8 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada (gasolina)

2. Volkswagen Jetta Trendline 1.4 TSI Manual
Consumo: 11,3 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada (gasolina)

3. Chevrolet Cruze LT 1.4 Turbo Automático
Consumo: 7,6 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada (etanol) / 11,2 km/l na cidade e 14 km/l na estrada (gasolina)

4. Audi A4 Attraction 2.0 TFSI S-Tronic
Consumo: 11 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada (gasolina)

5. Toyota Corolla 1.8 GLi CVT
Consumo: 7,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada (etanol) / 11,4 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada (gasolina)

6. Citroën C4 Lounge Origine 1.6 THP Manual
Consumo: 7,3 km/l na cidade e 9 km/l na estrada (etanol) / 10,9 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada (gasolina)

7. Peugeot 408 Griffe 1.6 THP Automático
Consumo: 7,3 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada (etanol) / 10,6 km/l na cidade e 13 km/l na estrada (gasolina)

8. Hyundai Elantra 2.0 Flex Automático
Consumo: 6,7 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada (etanol) / 10,1 km/l na cidade e 14 km/l na estrada (gasolina)

9. Mercedes-Benz C180 1.6 Flex Automático
Consumo: 7 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada (etanol) / 10,2 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada (gasolina)

10. Volvo S60 2.0 T4 Inscription Automático
Consumo: 10,5 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada (gasolina)

 

 

Fonte: icarros.com.br

Renault prepara sua melhor gama de motores já oferecida no Brasil

A Renault inaugurou nesta terça-feira (6) um reforço importante para seu Complexo Ayrton Senna, parque que reúne as operações industriais da marca no Brasil. Localizado em São José dos Pinhais (PR), o local agora também serve de base para a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA). A nova unidade, fruto de um investimento de R$ 350 milhões, permitirá que a Renault passe a produzir no Brasil o motor 1.6 SCe de forma completa, com destaque para o bloco e o cabeçote, ambos construídos com o material mais leve e que exige uma manufatura mais sofisticada. O motor 1.0 SCe, por sua vez, ainda contará com seus elementos principais (bloco e cabeçote) oriundos do exterior por uma questão estratégica, já que a motorização de maior deslocamento responde por 60% das demandas locais.

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A CIA terá capacidade para produzir até 250 mil blocos e outros 250 mil cabeçotes ao ano, sendo que a unidade ocupa uma área de 14 mil metros quadrados dentro do complexo paranaense da Renault. O local conta com tecnologia de ponta e abriga até mesmo um equipamento de tomografia computadorizada industrial, primeiro deste porte em uma montadora na América do Sul. A máquina pode ser usada tanto para análise das peças em três dimensões bem como para o controle de qualidade do que é produzido na CIA além de pesquisa e desenvolvimento.

Em paralelo, a Renault também trabalha para concluir a ampliação de sua Curitiba Motores (CMO), outra fábrica integrante do Complexo Ayrton Senna e onde são montados os propulsores usados pelos carros nacionais da Renault. A Curitiba Motores, inclusive, será abastecida pelos blocos e cabeçotes oriundos da CIA. A ampliação da fábrica responsável por dar vida aos motores, por sua vez, consumiu outros R$ 400 milhões e as obras serão finalizadas em breve.

Como é possível notar, a Renault está promovendo uma intensa atualização de seus conjuntos mecânicos aplicados em seus modelos produzidos na América do Sul e as recentes movimentações da marca nos permitem costurar algumas conclusões.

É praticamente certo que esse novo motor deverá ser uma versão nacionalizada do recém-apresentado 1.3 TCe, revelado ao mundo nesta semana durante o Salão de Genebra.

O motor, desenvolvido pela aliança Renault-Nissan em conjunto com a Daimler, brilha pelo conjunto compacto e alta eficiência. Dotado de turbo e injeção direta, a novidade poderá adotar calibrações de 116 a 162 cv para o mercado europeu, onde dentro da gama Renault vai estrear no Captur e na Scénic. O torque máximo, por sua vez, pode registrar até excelentes 27,5 kgfm também dependendo do acerto escolhido. Apenas como comparação, o 2.0 16V flex atualmente usado no Captur brasileiro entrega 148 cv e 20,9 kgfm com etanol. Portanto, o novo 1.3 TCe conseguiria substituir o 2.0 aspirado atual com imensa facilidade…

Quando questionado sobre o assunto, o presidente da Renault do Brasil, Luiz Pedrucci, é cauteloso. “Ainda não posso dizer nada sobre o motor 1.3 turbo, uma vez que dependemos das novas diretrizes do Rota 2030. Só com as regras claras poderemos tomar uma decisão e aí sim anunciarmos o caminho que vamos seguir”, explica o executivo. Independente do Rota 2030, fato é que o mercado de maneira geral já abraçou o downsizing aqui no Brasil. A Volkswagen, por exemplo, produz localmente seu 1.0 e o 1.4 TSI, enquanto a GM também deverá fabricar em Joinville um propulsor de características semelhantes.

De qualquer forma, até o momento a dupla composta pelo 1.0 e o 1.6 16V, ambos da família SCe, figuram como os melhores motores já oferecidos pela Renault para sua gama nacional. Concretrizando-se a nacionalização do 1.3 TCe, teremos então a melhor linha de propulsores já fabricada pela Renault até o momento em nosso país.

Fonte: Autoo

 

 

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Saiba quando o ar-condicionado do seu carro está pedindo socorro!

De opcional, o ar-condicionado passou a item (quase) obrigatório nos carros de quem circula com frequência e não abre mão do mínimo de conforto na temperatura — especialmente  nos dias mais quentes. Justamente por ser usado praticamente do ligar ao desligar do veículo, o equipamento não demora a dar sinais de que precisa de manutenção.

De acordo com o Instituto de Certificação e Estudos de Trânsito e Transportes (Icetran), o aparecimento de cheiro ruim ao se ligar o ar-condicionado é um dos principais sintomas de que ele precisa de um socorro. A formação de colônias de bactérias e fungos nos dutos, onde há calor e umidade, ajuda nesse processo ao longo do tempo. Especialistas destacam, também, o acúmulo de folhas nos filtros e entradas da ventilação.

 

O problema é que não dar bola para a manutenção do ar-condicionado tem consequências mais graves do que apenas ter de aguentar mau cheiro. A falta de cuidado com o equipamento pode provocar até doenças respiratórias.

Outro sinal de que tem algo errado é a sensação de que o ar-condicionado não está resfriando o interior do veículo. Entre diversas possibilidades para essa perda de eficiência, a mais comum é a perda do gás refrigerante. Isso pode indicar que existe vazamento de gás, acúmulo de pó nos tubos ou que o filtro está comprometido. Neste caso, está na hora de limpar ou até mesmo trocar o filtro, não importando se o veículo é novo, semi-novo ou usado.

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É importante lembrar que o uso do  ar-condicionado aumenta, em média, 20% o consumo de combustível do veículo. Sem a manutenção indicada, funcionando com a capacidade comprometida, o ar-condicionado pode fazer o veículo gastar ainda mais combustível desnecessariamente.

Sinais de que algo não vai bem com o ar do seu carro

– Mau cheiro ao ligar o equipamento: pode ser causado por bactérias e fungos nos dutos, onde há calor e umidade.

– Perda de eficiência do ar-condicionado: sensação de que não refrigera como deveria, pode ser vazamento de gás, acúmulo de pó ou filtro comprometido.

Como amenizar os riscos

– Sempre que possível, antes de desligar o veículo, deixe apenas a ventilação ligada por alguns segundos, para reduzir a umidade nos dutos.

– Com o carro parado, ligue o ar quente por alguns minutos para a água acumulada na tubulação evaporar.

Como resolver o problema

– Faça a higienização do sistema com spray nebulizador que circula dentro dos tubos e elimina os odores. O produto pode ser comprado separadamente e o procedimento, realizado em casa ou em uma oficina especializada.

– Alguns produtos têm efeito bactericida.

– É importante usar produtos certificados pela Anvisa e com eficiência comprovada.

 

 

Fonte: Gaucha ZH.

É preciso desligar o ar-condicionado antes de desligar o carro? Por quê?

A resposta depende do ano do veículo. Rubens Venosa, engenheiro mecânico e proprietário da oficina Motor Max, explica que, se o carro tiver mais do que 15 anos, é necessário desligar o dispositivo antes do motor. “Os automóveis antigos acoplam e desacoplam do motor independentemente se está ligado ou não. É bom deixar desligado para evitar o esforço do motor de partida e aumentar a duração da bateria, além do carro pegar mais fácil”, diz.

Já os modelos mais novos com injeção eletrônica têm dispositivos de proteção para o sistema de ar-condicionado. “O equipamento só entra em funcionamento quando o motor estiver funcionando. Ao dar a partida, mesmo com o botão do ar-condicionado ligado, não há problemas e a ignição não será forçada”, explica Venosa.

img-blog-broken-aircon.jpgPara ar-condicionado digital, também não problemas em deixá-lo programado e ligado. “Mesmo com o mostrador já indicando o funcionamento, o sistema só começa a funcionar depois de alguns segundos que o carro está ligado”, completa o engenheiro.

 

 

Está pensando em trocar de carro? Consulte nossos veículos em www.netcar-rc.com.br

 

 

 

 

 

Fonte: Revista Autoesporte

 

 

Carros elétricos ganham mais energia

As vendas de carros movidos a eletricidade no Brasil superaram em 2017 a marca de três mil unidades, o triplo do número alcançado em 2016. Ainda é um desempenho tímido se comparado ao de países como China, que tem a liderança no mercado mundial, com cerca de 450 mil veículos, e Estados Unidos, com mais de 100 mil carros emplacados. Segundo dados do Denatran, circulam nas ruas brasileiras pouco mais de sete mil carros elétricos e híbridos. Automóveis totalmente eletrificados ainda são raros e enfrentam dificuldades para recarregar as baterias. Calcula-se que os pontos de recarga não passem de 50 em todo o país.
Essa realidade, porém, está prestes a mudar com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) prometida pelo governo. Nos próximos dias, o Ministério da Indústria e Comércio (Mdic) deverá anunciar a diminuição do imposto de 25% para 7%. O benefício incentiva a entrada de novos modelos eletrificados no mercado brasileiro.
NA TOMADA:
A frota de veículos elétricos em circulação (números de 2017)
China 450 mil
EUA 100 mil
Brasil 7.240 mil
3.296 é o número de unidades vendidas no Brasil em 2017
156 mil unidades é o potencial do mercado de elétricos no país, ou 7% das vendas em 2017.
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AS PREVISÕES PARA O SETOR:
Frota Mundial de Elétricos e Híbridos Em 2020:  13 milhões de veículos
Em 2030: 140 milhões de veículos, ou 10% da frota mundial
Estudo da Accenture Strategy e da FGV Energia
 
CORREIO BRAZILIENSE – Negócios – Brasília – DF – 15/03/2018 – Pág. 10

Nova Safra de Sedãs

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Depois de um 2017 dedicado aos modelos hatchs e SUV´s, 2018 parece ser o ano dos sedãs.

O segmento dos compactos premium ganha evidência na agenda de lançamentos. Quase ao mesmo tempo, tivemos o lançamento do Fiat Cronos e do VW Virtus. Podemos incluir neste segmento o Honda City, que passou por uma re-estilização e faz frente aos dois novos competidores.

Tanto o Honda quanto o VW são brasileiros, enquanto que o modela da Fiat é fabricado na Argentina.

 

Taxa zero não existe!

Sabe aquela operação de juro zero para aquisição de veículos? Pois então, ela não existe. É mais uma das formas conhecidas do “me engana que eu gosto”. Pense bem, você emprestaria dinheiro para alguém sem cobrar algo pelo “tempo” do empréstimo e pelo risco de não recebimento? Talvez para um familiar?

A pegadinha da taxa zero esta no desconto à vista que pode ser aplicado no carro e que não é concedido na operação de financiamento.

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Digamos que um veículo de R$ 50.000,00 (preço de tabela) ofertado numa condição de taxa zero, se for negociado à vista, poderia ser vendido  com 10% de desconto, de R$ 50.000,00 por R$ 45.000,00.

É ai que temos a “taxa de juros”. O juro zero é sempre calculado no valor de tabela do veículo. Além disto, as operações de taxa zero, normalmente são formatadas em condições de um valor de entrada acima de 50% e com planos de prestações de até 24 meses.

A operação não é ilegal mas nosso conselho é que você sempre compare o montante pago na operação de taxa zero versus preço à vista negociado acrescido de juros do financiamento.

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